Essa etapa da atividade virtual é preparatória para a atividade final que será realizada em sala de aula na próxima sexta, 23/05/2014.
Leiam os materias preparados pelos grupos e os conteúdos indicados abaixo. Leiam também os textos indicados no plano da disciplina, em especial os das aulas 6, 9, 12 e 13.
O espaço desta postagem é livre para comentários sobre os trabalhos dos colegas, dos textos e dos materiais. Fiquem à vontade para complementar informações que não couberam no espaço reservado às respostas, bem como para trocar ideias e tirar dúvidas entre vocês.
RESPOSTAS DOS GRUPOS
https://drive.google.com/folderview?id=0B8YR9k73AuOta3ctVThRdUl0UjQ&usp=sharing
A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS
http://www.dudh.org.br/
CAIRO DECLARATION ON HUMAN RIGHTS IN ISLAM
http://www1.umn.edu/humanrts/instree/cairodeclaration.html
ALGUNS MANDAMENTOS ISLÂMICOS E A MULHER
http://www.answering-islam.org/portugues/mulheres/10mulheres.html
MANDE-A PARA CAMA E, ENTÃO, A AÇOITE!
MANDE-A PARA CAMA E, ENTÃO, A AÇOITE!
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ResponderExcluirGRUPO 1 TURMA A : CRISTIANISMO E ISLAMISMO – COMPLEMENTAÇÃO
ResponderExcluirDevido à limitação do espaço reservado para o trabalho, relativamente pequeno comparado à amplitude do tema abordado, é fundamental ressaltar que, quando nos propusemos a expor os fundamentos do "cristianismo primitivo", tratando de elementos como o caráter comunista, o ódio da classe, e a natureza proletária, além de estarmos nos referindo à princípios de um cristianismo inicial, que muito se difere da doutrina difundida atualmente, usamos ternis que demandam uma interpretação diferente do sentido o qual estamos muitas vezes automatizados a relacionar, como por exemplo o “comunismo”, cuja referência nos direciona diretamente a experiência socialista e comunista, vivenciada especialmente na URSS. O comunismo abarcado em nosso trabalho, no entanto, trata-se de um comunismo no sentido de repartir os bens: ʺY perseveraban en la doctrina de los apóstoles, y en la comunión, y en partimiento del pan, y en las oraciones... Y todos los que creían estaban juntos; y tenían todas las cosas comunes; y vendían las posesiones y las haciendas, y repartíanlas a todos, como cada uno había menester.ʺ (II, 42, 44, 45.).
É perceptível, nesse contexto, a relação do conceito comunismo e o valor da caridade, da repartição de bens com os mais necessitados. Contudo, também é importante ressaltar que muitos estudiosos contestam esse princípio: " A pesar de esto, hay un número de teólogos que niegan el carácter comunista del cristianismo primitivo. Alegan que el informe en los Hechos de los Apóstoles sobre esta materia es de origen posterior; como era frecuente el caso en la Antigüedad, se alega que el escritor aquí también había puesto en el pasado la condición ideal con la cual soñaba. Pero estos teólogos olvidan que el carácter comunista del cristianismo primitivo era muy inconveniente para la Iglesia oficial de los siglos posteriores, la cual se acomodaba más o menos en su actitud hacia el rico." (KAUTSKY, Karl. Orígenes y Fundamentos del Cristianismo.)
Nesse sentido, também é interessante explicar mais detalhadamente as características proletárias e o ódio pelas classes mais afortunadas vistos nesse cristianismo primitivo. Friedländer, em sua obra Vida e Costumes Romanos do Baixo Império Primitivo, trabalha essa questão: ʺPor numerosas que sean las causas que contribuyeron a la propagación de las Evangelios, es cierto que antes de la mitad o del final del siglo II sólo tenían unos cuantos partidarios aislados entre las clases superiores. No sólo su preparación filosófica y una educación general, íntimamente conectada con el politeísmo, ofrecían la más fuerte resistencia, sino que, además, la profesión de fe cristiana conducía a los más peligrosos conflictos con el orden existente de cosas, y, finalmente, la renunciación a todos los intereses terrestres era naturalmente de ¡lo más difícil para aquellos que poseían honor, riqueza e influencia. El pobre y el humilde, dice Lactancio, están más dispuestos a creer que el rico, cuya hostilidad, sin duda alguna, surgió en muchos aspectos contra las tendencias socialistas del cristianismo." Kautsky é outro autor que aborda esse tema, demonstrando em seu livro "Origens e Fundamentos do Cristianismo", por meio de passagens no Evangélio de São Lucas ( escrito no principio do siglo n) a história de Lázaro, em que ricos são condenados pelos simples fato de serem ricos, explicitando um desejo de "vingança do oprimido": ʺ¡Cuan dificultosamente entrarán en el reino de Dios los que tienen riquezas! Porque más fácil cosa es entrar un camello por el ojo de una aguja, que un rico entrar en el reino de Diosʺ (XVIII, 24‐25)
ResponderExcluirPor fim, Kautsky conclui: "Pero a pesar de que las esferas de mucha influencia de la congregación cristiana, a medida que se hacían cada vez más oportunistas, buscasen el modo de borrarle su carácter proletario, el proletariado y su odio de clase no fueron eliminados por ese medio, y de cuando en cuando surgieron pensadores aislados para expresar este odio. El lector encontrara una buena colección de pasajes en los escritos de San Clemente, el O bispo Asterio, Lacrando, Basilio el Grande, San Gregorio de Nisa, San Ambrosio, San Juan Crisóstomo, San Jerónimo, San Agustín, etc. (casi todos ellos escribieron en el siglo IV, cuando el cristianismo era ya la religión de Estado),en el pequeño libro de Pablo Pflüger, El Socialismo de los Padres de la Iglesia.Todos ellos dan rienda suelta a las expresiones más severas contra el rico, al que sitúan al mismo nivel de los ladrones y bandidos."
Grupo 1A: Acho interessante o pessoal dos outros grupos ter esse quadro que a Carol Pereira fez comparando o Cristianismo com o Islamismo, porque tanto a leitura do texto do nosso grupo quanto a preparação para a prova ficam mais fáceis: https://scontent-a.xx.fbcdn.net/hphotos-ash3/t1.0-9/10401909_695233927209405_5577616320953925431_n.jpg
ResponderExcluirEspero que ajude!
GRUPO 1A- CRISTIANISMO E ISLAMISMO- COMPLEMENTAÇÃO
ResponderExcluirGostaria de incluir um comentário referente às discussões anteriores sobre a politização do cristianismo. Como o assunto demandava uma análise mais aprofundada, decidimos não abordá-lo no texto final do trabalho. Por isso, segue o texto:
"No entanto, cabe aqui uma crítica a essa proposta inicial de despolitização da religião cristã. Ao longo da construção histórica Ocidental, a fé foi utilizada como justificativa e como base para legitimar diversos tipos de regimes políticos. Durante a Idade Média, com a grande prerrogativa exercida pelo clero, havia uma dominação da Igreja Católica sobre a vida dos indivíduos. Além disso, é inegável a forte influência do cristianismo no período do Estado Moderno, uma vez que diversos teóricos justificam o absolutismo com base em teorias de Direito Divino dos Reis, isto é, afirmando que o poder político foi concedido aos reis diretamente pelo Criador. No que concerne a esse aspecto, podemos ainda ressaltar a forte influência que a fé exerce sobre o Estado ainda nos dias de hoje. Uma vez que os valores morais e éticos ocidentais se pautam no cristianismo, os ordenamentos jurídicos, as legislações a as diversas formas de governo contemporâneas são um resultado dessa construção histórica."